Dia-a-dia, noite-a-noite, música , discussão e muita filosofia. Duas cabeças pensam melhor do que uma, quando essas cabeças estão em harmonia. Caso contrário só serão palavras intercaladas, ou simplesmente "PALAVRAS CRUZADAS"
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Não Faz Sentido! Preço Justo
Não estou aqui para fazer apologia nem propaganda à campanha de Felipe Neto, mas para mostrar algo que estamos cansados de saber e pouco fazemos para encarar e tentar ao nosso alcance mudar essa realidade de nossa nação.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
O sentido do aprendizado
Para qualquer aprendizado em nossa vida precisamos passar por três etapas. Conhecer, entender e aplicar.
Em primeiro lugar, passamos por uma fase de adaptação, de conhecimento. Uma sondagem. É o momento de sabermos do que se trata aquilo que surgiu a nossa volta. Necessitamos saber reconhecer isso em qualquer lugar, pois era algo que antes passava despercebido, sem que pudéssemos ver alguma importãncia. Temos que investigar, ficar intrigados, enxergar o que aquilo lhe pode ser útil. Simplesmente queremos conhecer, nada que nos tome muito tempo, mas que possa nos trazem informações importantes, informações que nos deem base para que possamos julgar a relevância de um todo. Sem essa fase nenhum conhecimento será de alguma utilidade.
Após isso temos a fase do entender. É a fase mais interessante do aprendizado, e também a de maior importância, pois é nela em que você dedica todo o seu tempo àquilo. É nesse momento em que você por vezes fica tão fascinado com o que está descobrindo que parece que todos os assuntos têm uma certa ligação. Neste momento você parece assimilar tudo com maior facilidade, e realmente o está fazendo. Você gosta do que faz, gosta do que aprende, e se sente satisfeito em querer saber mais e mais, cada vez mais. Coletando o máximo de informações possível do maior número de fontes atingíveis para tentar saciar a sede de conhecimento que aflora em sua mente. Tudo é novidade, tudo é atraente, portanto, tudo desperta interesse. Aí chega uma hora que você para e pensa. "Pra que eu estou fazendo isso?".
Então chegamos ao momento final. O momento de botarmos nossas ideias em ordem. De fazermos tudo o que conseguimos até o momento ter algum sentido. É a hora de usarmos todo o conhecimento adquirido para algo maior, algo que nunca havíamos pensado antes, algo novo. Sentimos a necessidade de juntar tudo para criar algo novo. As vezes não é a necessidade de criar, mas simplesmente de dar um novo sentido a nossas vidas, uma visão diferente do mundo ao nosso redor. Ter uma nova perspectiva de vida a partir do que conseguimos. O problema é que muitas das vezes sentimos tudo isso, mas não sabemos como reagir, pois temos o conhecimento, a vontade de mudar, e não temos a mínima noção de como fazê-lo, de como botar o que aprendemos em prática. Não temos ideias de como avançar e é aí que temos pensar, parar e analisar como proceder. Por vezes descobrimos que precisamos da ajuda de alguém[P2], por outras vemos que a solução está dentro de nós mesmos, só que numa profundidade tão grande de nós que temos que passar de dias até meses, ou mesmo anos, investigando dentro de nós atrás de uma situação vivida que remeta em algo que nos traga a luz[P1] que precisamos para conseguirmos aplicar a nossa agora teoria que passamos tanto tempo a desenvolver. Que nos custou tantos dias reflexivos, evitando contatos para trabalhar em nossa tese psicológica, as vezes até acadêmica, para termos o alicerce no qual será fundada a nossa obra definitiva. Então quando a vemos aplicada podemos ter a sensação de dizer que tudo aquilo "foi fruto do meu esforço". Uma frase já desgastada pelo uso, mas que para cada um de nós tem sentido próprio e individual para designar a nossa realização em nos deparar com algo definitivamente nosso e poder sentir orgulho disso sem precisar do alvará de ninguém.
Em primeiro lugar, passamos por uma fase de adaptação, de conhecimento. Uma sondagem. É o momento de sabermos do que se trata aquilo que surgiu a nossa volta. Necessitamos saber reconhecer isso em qualquer lugar, pois era algo que antes passava despercebido, sem que pudéssemos ver alguma importãncia. Temos que investigar, ficar intrigados, enxergar o que aquilo lhe pode ser útil. Simplesmente queremos conhecer, nada que nos tome muito tempo, mas que possa nos trazem informações importantes, informações que nos deem base para que possamos julgar a relevância de um todo. Sem essa fase nenhum conhecimento será de alguma utilidade.
Após isso temos a fase do entender. É a fase mais interessante do aprendizado, e também a de maior importância, pois é nela em que você dedica todo o seu tempo àquilo. É nesse momento em que você por vezes fica tão fascinado com o que está descobrindo que parece que todos os assuntos têm uma certa ligação. Neste momento você parece assimilar tudo com maior facilidade, e realmente o está fazendo. Você gosta do que faz, gosta do que aprende, e se sente satisfeito em querer saber mais e mais, cada vez mais. Coletando o máximo de informações possível do maior número de fontes atingíveis para tentar saciar a sede de conhecimento que aflora em sua mente. Tudo é novidade, tudo é atraente, portanto, tudo desperta interesse. Aí chega uma hora que você para e pensa. "Pra que eu estou fazendo isso?".
Então chegamos ao momento final. O momento de botarmos nossas ideias em ordem. De fazermos tudo o que conseguimos até o momento ter algum sentido. É a hora de usarmos todo o conhecimento adquirido para algo maior, algo que nunca havíamos pensado antes, algo novo. Sentimos a necessidade de juntar tudo para criar algo novo. As vezes não é a necessidade de criar, mas simplesmente de dar um novo sentido a nossas vidas, uma visão diferente do mundo ao nosso redor. Ter uma nova perspectiva de vida a partir do que conseguimos. O problema é que muitas das vezes sentimos tudo isso, mas não sabemos como reagir, pois temos o conhecimento, a vontade de mudar, e não temos a mínima noção de como fazê-lo, de como botar o que aprendemos em prática. Não temos ideias de como avançar e é aí que temos pensar, parar e analisar como proceder. Por vezes descobrimos que precisamos da ajuda de alguém[P2], por outras vemos que a solução está dentro de nós mesmos, só que numa profundidade tão grande de nós que temos que passar de dias até meses, ou mesmo anos, investigando dentro de nós atrás de uma situação vivida que remeta em algo que nos traga a luz[P1] que precisamos para conseguirmos aplicar a nossa agora teoria que passamos tanto tempo a desenvolver. Que nos custou tantos dias reflexivos, evitando contatos para trabalhar em nossa tese psicológica, as vezes até acadêmica, para termos o alicerce no qual será fundada a nossa obra definitiva. Então quando a vemos aplicada podemos ter a sensação de dizer que tudo aquilo "foi fruto do meu esforço". Uma frase já desgastada pelo uso, mas que para cada um de nós tem sentido próprio e individual para designar a nossa realização em nos deparar com algo definitivamente nosso e poder sentir orgulho disso sem precisar do alvará de ninguém.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Filosofias
"Qual é a origem da maldade?"
Qual é a razão do preconceito, porque gostamos tanto de préjulgar ao que não conhecemos.
A natureza humana é a natureza da cópia, é a filosofia da xérox. Tudo, absolutamente TUDO produzido pelo Homem é, de certa forma, alguma coisa de algo que já existe. a verdade é que copiamos de tantas fontes diferentes que acaba por tornar-se algo autêntico. O ser humano tem a si mesmo como espelho e referência. Se por alguma razão, em sua criação, o Homem é privado do Homem, ele viverá conforme o meio em que se encontra. O que era o que basicamente acontecia nas sociedades mais primitivas.
O ser humano ainda não havia formado sua cultura, suas leis, regras, vínculos. Era apenas mais um ser vivente no mundo. Porém à nossa espécie cabia uma característica bem peculiar, a cultura da xérox. Desde sempre fomos extremamente aptos a copiar tudo o que vemos ao nosso redor. Copiamos os hábitos alimentares dos macacos, a forma de caça dos predadores, a forma de fuga das presas, e até mesmo a forma de construir um abrigo das aves.
Fiquemos com o aspecto predador. O Homem vive na cultura da xérox. Se um animal precisa matar ao outro para sobreviver, assim o faremos. Se o animal precisa matar ao semelhante para sua sobrevivência, assim também o faremos. Nossas atitudes se remetem ao que aprendemos no passado e ao que almejamos no futuro, que é outra característica tipicamente humana(projetar o futuro). Juntando-se as características naturais às típicas temos a nossa espécie, que não age pela subsistência, mas também por ela. A espécie na qual nos encontramos procura sobreviver sem prejuizos. Nós aprendemos a querer "viver sem sermos afetados por nada". Com um tempo e consequentemente, com o desenvolvimento socio-cultural passamos a acrescentar um complemento à frase, que passa a ser "viver sem sermos afetados por nada e NINGUÉM". A partir daí nossa sociedade nunca foi a mesma, pois, quando incluimos esse final a frase estamos menosprezando nossos iguais sentindo-nos superiores de alguma forma para que possamos denominar-los uma ameaça a nós.
Em consequência dessa nova maneira de pensar, passamos a agir conforme nossos ideais, conforme nossas vontades, pouco importando a posição do outro, pois, EU preciso sobreviver na natureza e para isso o outro não pode me atrapalhar, de forma alguma. A partir desse momentos podemos notar claramente a ideia de competição, que gera conflitos, trapaças, e a maldade que no momento já se encontra encorporada à humanidade.
Qual é a razão do preconceito, porque gostamos tanto de préjulgar ao que não conhecemos.
A natureza humana é a natureza da cópia, é a filosofia da xérox. Tudo, absolutamente TUDO produzido pelo Homem é, de certa forma, alguma coisa de algo que já existe. a verdade é que copiamos de tantas fontes diferentes que acaba por tornar-se algo autêntico. O ser humano tem a si mesmo como espelho e referência. Se por alguma razão, em sua criação, o Homem é privado do Homem, ele viverá conforme o meio em que se encontra. O que era o que basicamente acontecia nas sociedades mais primitivas.
O ser humano ainda não havia formado sua cultura, suas leis, regras, vínculos. Era apenas mais um ser vivente no mundo. Porém à nossa espécie cabia uma característica bem peculiar, a cultura da xérox. Desde sempre fomos extremamente aptos a copiar tudo o que vemos ao nosso redor. Copiamos os hábitos alimentares dos macacos, a forma de caça dos predadores, a forma de fuga das presas, e até mesmo a forma de construir um abrigo das aves.
Fiquemos com o aspecto predador. O Homem vive na cultura da xérox. Se um animal precisa matar ao outro para sobreviver, assim o faremos. Se o animal precisa matar ao semelhante para sua sobrevivência, assim também o faremos. Nossas atitudes se remetem ao que aprendemos no passado e ao que almejamos no futuro, que é outra característica tipicamente humana(projetar o futuro). Juntando-se as características naturais às típicas temos a nossa espécie, que não age pela subsistência, mas também por ela. A espécie na qual nos encontramos procura sobreviver sem prejuizos. Nós aprendemos a querer "viver sem sermos afetados por nada". Com um tempo e consequentemente, com o desenvolvimento socio-cultural passamos a acrescentar um complemento à frase, que passa a ser "viver sem sermos afetados por nada e NINGUÉM". A partir daí nossa sociedade nunca foi a mesma, pois, quando incluimos esse final a frase estamos menosprezando nossos iguais sentindo-nos superiores de alguma forma para que possamos denominar-los uma ameaça a nós.
Em consequência dessa nova maneira de pensar, passamos a agir conforme nossos ideais, conforme nossas vontades, pouco importando a posição do outro, pois, EU preciso sobreviver na natureza e para isso o outro não pode me atrapalhar, de forma alguma. A partir desse momentos podemos notar claramente a ideia de competição, que gera conflitos, trapaças, e a maldade que no momento já se encontra encorporada à humanidade.
terça-feira, 12 de abril de 2011
[2] O mundo como ele é
O mundo campestre
Nascemos conscientes de nosso destino. Nascemos sabendo que morreremos servindo aos outros. As pessoas só sabem dizer "Pra você ser alguém na vida você precisa estudar". Pura mentira. Essa não é a realidade. Nasci escravo, morrerei escravo. Não era essa a lei escravocrata. Os séculos passaram e parece não haver mudado muita coisa. Hoje não são só os negros, qualquer pessoa que trabalhe no campo, nas lavouras sabe muito bem disso. Elas sim sabem o que é passar o mês trabalhando para ganhar cem reais ou até menos. Tudo bem que o custo de vida é baixo, mas não justifica. Se a lei prevê um salário mínimo, já está estipulado que será o mínimo. Não tem porque pagar menos.
Passamos nossa vida inteira trabalhando debaixo do sol, derretendo de calor, mas sem poder tirar a roupa para não ficar queimado e não poder trabalhar no dia seguinte. Nos cortamos, nos furamos, mas o patrão "não está nem aí", ele não quer saber de problema de quem trabalha na roça. A vida é dura e temos que continuar vivendo.
EStudar, estudar. Besteira. Não temos tempo para isso. Só precisamos aprender a ler e fazer as contas básicas, para não sermos enganados por pessoas de má fé. É melhor deixar os estudos para quem tem tempo e dinheiro para isso. Meu salário é precioso para ficar gastando levando o meu filho para a escola. Eu não fui e vou muito bem, então meus filhos não precisam ir.
As pessoas parecem não entender o quanto a nossa vida é difícil. E ainda vêm falar de estudo. Como se pudéssemos estudar. Isso é só para quem pode.Quem não pode tem que trabalhar, e muito.
Nascemos conscientes de nosso destino. Nascemos sabendo que morreremos servindo aos outros. As pessoas só sabem dizer "Pra você ser alguém na vida você precisa estudar". Pura mentira. Essa não é a realidade. Nasci escravo, morrerei escravo. Não era essa a lei escravocrata. Os séculos passaram e parece não haver mudado muita coisa. Hoje não são só os negros, qualquer pessoa que trabalhe no campo, nas lavouras sabe muito bem disso. Elas sim sabem o que é passar o mês trabalhando para ganhar cem reais ou até menos. Tudo bem que o custo de vida é baixo, mas não justifica. Se a lei prevê um salário mínimo, já está estipulado que será o mínimo. Não tem porque pagar menos.
Passamos nossa vida inteira trabalhando debaixo do sol, derretendo de calor, mas sem poder tirar a roupa para não ficar queimado e não poder trabalhar no dia seguinte. Nos cortamos, nos furamos, mas o patrão "não está nem aí", ele não quer saber de problema de quem trabalha na roça. A vida é dura e temos que continuar vivendo.
EStudar, estudar. Besteira. Não temos tempo para isso. Só precisamos aprender a ler e fazer as contas básicas, para não sermos enganados por pessoas de má fé. É melhor deixar os estudos para quem tem tempo e dinheiro para isso. Meu salário é precioso para ficar gastando levando o meu filho para a escola. Eu não fui e vou muito bem, então meus filhos não precisam ir.
As pessoas parecem não entender o quanto a nossa vida é difícil. E ainda vêm falar de estudo. Como se pudéssemos estudar. Isso é só para quem pode.Quem não pode tem que trabalhar, e muito.
sábado, 2 de abril de 2011
Smoke on the water - string quartet version
A aclamada música "Smoke on the water" arranjada por um quartero de cordas ao que tudo indica(fim do video) italiano.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
[1] O mundo como ele é
O mundo urbano
Quem reina o mundo em que vivemos é o relógio, o tempo, o calendário. Faz anos que o Homem tinha controle de suas próprias vidas, de suas próprias decisões. Hoje ele só tem o tempo a seguir. Não há mais vida, só há trabalho, horário, regras e deveres. Direitos? De vez em quando se lembram de algum, mas no geral, só somos uma mão de obra necessária para que o processo funcione, para que se siga com a produção, que assim como o show, deve sempre continuar.
E como ficamos nós, em meio a esse sistema de cobrança excessiva? Não ficamos. Eles pouco se importam se estamos cansados, sofrendo, ou mesmo morrendo. “Se você não está em condições, ponho outro em seu lugar”, é como eles respondem. Não há conversa, muito menos negociação. Essa é a triste realidade, e a teremos que aceitar.
Já ouvi várias vezes a frase: “Estou me virando em dois”, três e até quatro, “para fazer isso”. Qual é o sentido de tanto esforço, de tanta dedicação? Temos mesmo que saber tanto assim? Será que usaremos todo esse conhecimento que querem que tenhamos? Creio que não. Basta conhecer a vida e perceber conforme a necessidade o que devemos ou não conhecer e fazer. É essa a essência da vida. Temos que aprender na hora, no momento, e em algum lugar, para que nosso conhecimento seja pleno e verdadeiro, não apenas um mundo de fachada, em que temos milhões de diplomas e não sabemos o que fazer com nenhum.
A vida nos propôs dois momentos ao dia. O dia propriamente dito e a noite, para que no primeiro possamos explorar todo o nosso mundo e vivermos nele, e no segundo possamos assimilar tudo o que adicionamos ao nosso conhecimento, ao nosso saber, pois é no descanso que adquirimos o verdadeiro conhecimento, aquele no qual podem se passar cinqüenta anos que você nunca o esquecerá, nunca o perderá.
Os seres humanos foram feitos para aprender, para mudar, e para VIVER. Não há razões para que vivamos em função de nossas próprias invenções.
Quem inventou o relógio, o carro, o avião? Tudo é coisa da humanidade, tudo é culpa nossa. Conhecemos o tempo, descobrimos como contá-lo e resolvemos usar-lo a nosso favor. Pena que um fenômeno bizarro aconteceu. À medida que a humanidade descobre novas maneiras de economizar seu tempo percebe que menos tempo terá o que levou muitas pessoas a consultórios psiquiátricos por problemas de estresse, depressão, dentre varias outras doenças causadas pelo estilo de vida contemporâneo, que é opressor, manipulador e exigente no qual pouquíssimos conseguem se adaptar sem nenhuma seqüela. Esse é o mundo moderno, esse é que é o mundo das tecnologias, o mundo das atualidades, do hoje, do agora, do “pra ontem”. É esse o mundo em que somos forçados a nos adaptar, pois é nele que temos que viver e não há como fugir sem ficar parado no tempo. Ganhamos muitas facilidades, mas perdemos nossas vidas.
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